Intel validará uma base mais ampla de produtos livre de conflitos em 2016

O CEO da Intel, Brian Krzanich, anunciou que a Intel vem trabalhando para além dos microprocessadores a fim de atingir seu objetivo de validar uma base mais ampla de produtos “livre de conflitos” em 2016. Este marco é o resultado do esforço de sete anos da Intel para remover minerais de conflito da sua cadeia de fornecimento e impedir que os lucros da venda desses minerais financiem o conflito contínuo na República Democrática do Congo (RDC).

Por meio de seu mais recente marco livre de conflitos, a Intel busca educar mais pessoas sobre este problema e inspirar outras empresas a se unirem a esta missão ao provar que trabalhar com materiais livres de conflitos não só é a coisa certa a fazer, mas também é bom para os negócios. Uma recente pesquisa encomendada pela Intel, realizada em parceria com a Penn Schoen Berland, indica que a geração do novo milênio se preocupa com o problema dos minerais livres de conflito e que isso os influencia nas decisões de compra. A pesquisa também descobriu que a geração do novo milênio classifica as empresas de tecnologia como as principais responsáveis nas ações referentes aos minerais de conflito.

O marco livre de conflito da Intel em 2016

Por anos os minerais de conflitos – ouro, estanho, tântalo e tungstêncio – são extraídos por meio da exploração de mineiros com baixos salários e usados para financiar a violência, o genocídio e outros crimes contra a humanidade na RDC, resultando na morte de milhões de pessoas. Já que esses minerais são encontrados em uma ampla gama de dispositivos eletrônicos, de telefones a tablets e PCs, a Intel sentiu-se na obrigação de implantar mudanças em sua cadeia de fornecimento para garantir que seus produtos não estivessem inadvertidamente financiando abusos contra os direitos humanos na RDC.

Em 2008, a Intel embarcou em uma ambiciosa missão de atingir uma cadeia de fornecimento totalmente livre de conflitos. Primeiro, pareceu um desafio praticamente impossível, mas ao invés de evitar o problema ao buscar os minerais em outros países, a Intel assumiu o compromisso de continuar buscando na RDC. A Intel trabalhou duro por diversos anos para achar soluções criativas e para implantar os sistemas necessários a fim de atingir uma cadeia de fornecimento livre de conflitos. Até o momento, a equipe de minerais de conflito da Intel já se reuniu com mais de 100 fundições em 21 países para desenvolver um processo de auditoria eficiente para a cadeia de fornecimento, o que abriu o caminho para a Iniciativa Global de Busca de Minerais Livres de Conflito.

A Intel foi uma das primeiras empresas a estabelecer objetivos públicos para minerais de conflitos e em janeiro de 2014 a empresa começou a fabricar e comercializar os primeiros microprocessadores livres de conflitos comercialmente disponíveis no mundo. Em maio de 2014, a Intel divulgou um dos únicos relatórios de auditorias de terceiros sobre os minerais de conflitos de acordo com o Dodd-Frank Act, que exige que as empresas públicas relatem os minerais de conflito da sua cadeia de fornecimento e investigue as fontes dos minerais.

Ao mesmo tempo em que a Intel atingiu o seu objetivo de validar cada vez mais produtos como livres de conflitos, a sua jornada está longe de ter terminado. Manter a responsabilidade da cadeia de fornecimento é um processo contínuo. A Intel está continuando a educar os consumidores sobre os minerais de conflito e a compartilhar as suas práticas com os parceiros da indústria para progredir de forma mais rápida e profunda rumo a produtos livres de conflitos em todo o mundo.

Descobertas da pesquisa sobre produtos livres de conflitos

Em novembro de 2015, a Intel trabalhou em parceria com o Penn Schoen Berland para realizar uma pesquisa online sobre a consciência e as atitudes de 500 norte-americanos do novo milênio sobre o problema dos materiais livres de conflitos e como isto afeta suas decisões de compra. As descobertas da pesquisa indicam que quando educados sobre os minerais de conflito, a geração do novo milênio se preocupa com o problema e diz que ele influencia suas decisões de compra. A pesquisa também descobriu que a geração do novo milênio vê as empresas de tecnologia com as maiores responsáveis pela tomada de ação em relação aos minerais de conflitos.

Descobertas notáveis da pesquisa incluem:

  • A geração do novo milênio valoriza a responsabilidade social e vê os consumidores e empresas como os responsáveis por escolhas socialmente responsáveis.
    • Praticamente toda a geração do novo milênio entrevistada (97%) acredita que é importante para as empresas agirem de maneira a beneficiar a sociedade.
    • 90% da geração do novo milênio pesquisada acredita que grandes empresas possuem o potencial de ter um impacto positivo. No entanto, apenas 23% acredita que as grandes empresas estão aproveitando este potencial.
    • 81% da geração do novo milênio pesquisada acredita que os consumidores são responsáveis por garantir que os produtos que eles compram não usam recursos que afetem a sociedade ou o meio ambiente.
    • 69% da geração do novo milênio pesquisada evita comprar produtos de empresas que tenham um impacto negativo na sociedade.
  • Ainda existe a necessidade por uma maior conscientização sobre os minerais de conflito. A geração do novo milênio acredita que a educação sobre o tema é necessária e diz que ela os tornaria mais propensos a comprarem produtos livres de conflitos.
    • Apenas 35% da geração do novo milênio pesquisada escutou sobre os minerais de conflitos e mesmo após aprender sobre o problema, 38% ainda não tem certeza se possui produtos que contenham minerais de conflito.
    • 75% da geração do novo milênio pesquisada acredita que mais pessoas precisam ser educadas sobre os minerais de conflitos, e 53% gostaria de aprender ainda mais sobre este problema.
    • A geração do novo milênio pesquisada diz que o maior obstáculo deles para comprar produtos livres de conflitos é não ser capaz de identificar com facilidade quais produtos contém minerais de conflitos e citou a clareza do rótulo como um fator que os tornaria mais propensos a comprarem produtos livres de conflitos.
  • Uma vez que eles foram educados sobre os minerais de conflitos, a geração do novo milênio preocupa-se com o problema e diz que ele influencia suas decisões de compra.
    • 67% da geração do novo milênio pesquisada diz estar mais propensa a comprar produtos livres de conflitos em sua próxima compra.
    • 49% da geração do novo milênio pesquisada quer comprar produtos livres de conflitos para se sentir melhor sobre o destino de seu dinheiro, enquanto 45% quer comprar os produtos para ajudar a não financiar os militantes nas áreas de conflitos.
  • A geração do novo milênio acredita que as empresas de tecnologia são as maiores responsáveis por agir na questão dos minerais de conflitos e são mais leais e mais dispostos a comprar de empresas que ofereçam produtos livres de conflitos.
    • Mais da metade da geração do novo milênio pesquisada acredita que as empresas de tecnologia são responsáveis pelas ações sobre os problemas de minerais de conflitos – mais do que os fornecedores de minerais, governos, consumidores e ONGs.
    • 69% da geração do novo milênio pesquisada diz que esse problema influencia sua decisão sobre de quais empresas eles compram os produtos.

Para aprender mais sobre os esforços livres de conflitos da Intel, visite www.Intel.com/conflictfree. Mais informações sobre os programas de responsabilidade social da Intel podem ser encontradas em CSR@intel_blog e no Twitter.

“Livre de conflitos” e “livre-de-conflitos” significam “livre de conflitos da RDC”, como definido pelas regras da Comissão de Valores Mobiliários e Câmbio dos EUA para significar produtos que não contem minerais de conflito (estanho, tântalo, tungstênio e/ou ouro) que financiam direta ou indiretamente grupos armados na República Democrática do Congo (RDC) ou países adjacentes. Também usamos o termo “livre de conflito” de uma maneira mais ampla para nos referir a fornecedores, cadeias de fornecimento, fundições e refinarias cujas fontes de minerais de conflito não financiam os conflitos na RDC ou países adjacentes.

Sobre a Intel:

A Intel (NASDAQ: INTC), líder na indústria de semicondutores, está construindo o futuro orientado ao uso de dados pela computação e telecomunicações como base das inovações. O vasto conhecimento em engenharia da Intel ajuda as empresas a enfrentarem os maiores desafios do mundo, além de proteger, alimentar e interligar bilhões de dispositivos e infraestrutura de um mundo inteligente e integrado - da nuvem à rede, do começo ao fim, conectando tudo que há no meio.
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