Intel mira infraestrutura 5G com nova tecnologia fotônica em silício

 

A Intel anunciou durante a Conferência Europeia sobre Comunicação Ótica (ECOC), em Roma, detalhes sobre a expansão de seu portfólio de transceptores 100G com fotônica em silício. A nova linha de produtos, resistente a condições ambientais adversas, foi otimizada para acelerar a transferência de grandes quantidades de dados gerados com o uso da tecnologia 5G e aplicações de IoT.

 

“Nossos parceiros de nuvem de hiperescala já utilizam os transceptores da Intel para infraestrutura de data center de alto desempenho aos seus clientes. Ao oferecer esses dispositivos com a tecnologia 5G, os provedores de serviços de telecomunicação passam a contar com os mesmos benefícios. Também passamos a atender às necessidades de fronthaul da largura de banda 5G”, afirma Dr. Hong Hou, vice-presidente e gerente geral do Silicon Engineering Group da Intel.

 

Ao adotar uma abordagem integrada de laser no silício, a Intel conseguirá produzir esses produtos em larga escala. Amostras dessa tecnologia já estão disponíveis, e o início da produção dos novos módulos está previsto para o primeiro semestre de 2019.

 

Por que é importante: Na era dos dados, a habilidade de transferi-los, armazená-los e processá-los é fundamental. As soluções 100G com fotônica em silício da Intel agregam valor por meio da oferta de conectividade rápida, confiável e de baixo custo. A mudança da indústria para o 5G, juntamente com um aumento no tráfego por conta de funções como o streaming, está sobrecarregando a infraestrutura existente, responsável por sustentar uma faixa de espectro ampliada, incluindo mmWaves, MIMO e densificação de rede. Os novos transceptores foram desenvolvidos solucionar esse problema e resistir às condições ambientais adversas enfrentadas pelas torres de celular, com recursos que garantem o transporte ótico até a base ou central mais próxima (com alcance de até 10 km).

 

O que vem por aí: Segundo a Intel, o mercado para seus negócios de conectividade, que incluem a fotônica em silício, irá passar dos 4 bilhões para 11 bilhões de dólares até 2022. Desde a apresentação do primeiro produto 100G, em 2016, a companhia expandiu a produção e está entregando mais de um milhão de unidades para uso em data centers.

 

Há alguns meses, a Intel apresentou os recursos de seus produtos 400G com fotônica em silício. As devem chegar ao mercado até o final do ano, com previsão de envio de grande volume de módulos a partir do segundo semestre de 2019. 

 

A Intel anunciou durante a Conferência Europeia sobre Comunicação Ótica (ECOC), em Roma, detalhes sobre a expansão de seu portfólio de transceptores 100G com fotônica em silício. A nova linha de produtos, resistente a condições ambientais adversas, foi otimizada para acelerar a transferência de grandes quantidades de dados gerados com o uso da tecnologia 5G e aplicações de IoT.

 

“Nossos parceiros de nuvem de hiperescala já utilizam os transceptores da Intel para infraestrutura de data center de alto desempenho aos seus clientes. Ao oferecer esses dispositivos com a tecnologia 5G, os provedores de serviços de telecomunicação passam a contar com os mesmos benefícios. Também passamos a atender às necessidades de fronthaul da largura de banda 5G”, afirma Dr. Hong Hou, vice-presidente e gerente geral do Silicon Engineering Group da Intel.

 

Ao adotar uma abordagem integrada de laser no silício, a Intel conseguirá produzir esses produtos em larga escala. Amostras dessa tecnologia já estão disponíveis, e o início da produção dos novos módulos está previsto para o primeiro semestre de 2019.

 

Por que é importante: Na era dos dados, a habilidade de transferi-los, armazená-los e processá-los é fundamental. As soluções 100G com fotônica em silício da Intel agregam valor por meio da oferta de conectividade rápida, confiável e de baixo custo. A mudança da indústria para o 5G, juntamente com um aumento no tráfego por conta de funções como o streaming, está sobrecarregando a infraestrutura existente, responsável por sustentar uma faixa de espectro ampliada, incluindo mmWaves, MIMO e densificação de rede. Os novos transceptores foram desenvolvidos solucionar esse problema e resistir às condições ambientais adversas enfrentadas pelas torres de celular, com recursos que garantem o transporte ótico até a base ou central mais próxima (com alcance de até 10 km).

 

O que vem por aí: Segundo a Intel, o mercado para seus negócios de conectividade, que incluem a fotônica em silício, irá passar dos 4 bilhões para 11 bilhões de dólares até 2022. Desde a apresentação do primeiro produto 100G, em 2016, a companhia expandiu a produção e está entregando mais de um milhão de unidades para uso em data centers.

 

Há alguns meses, a Intel apresentou os recursos de seus produtos 400G com fotônica em silício. As devem chegar ao mercado até o final do ano, com previsão de envio de grande volume de módulos a partir do segundo semestre de 2019. 

Sobre a Intel:

A Intel (NASDAQ: INTC), líder na indústria de semicondutores, está construindo o futuro orientado ao uso de dados pela computação e telecomunicações como base das inovações. O vasto conhecimento em engenharia da Intel ajuda as empresas a enfrentarem os maiores desafios do mundo, além de proteger, alimentar e interligar bilhões de dispositivos e infraestrutura de um mundo inteligente e integrado - da nuvem à rede, do começo ao fim, conectando tudo que há no meio.
Para mais informações sobre a Intel, acesse:
newsroom.intel.com e intel.com.

Intel e o logo da Intel são marcas registradas da Intel Corporation ou suas subsidiárias nos Estados Unidos e/ou outros países.

*Outros nomes e marcas são de propriedade de seus respectivos donos.